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Deputados estaduais cobrando explicações sobre a instalação de pedágios eletrônicos (free flow) no Estado.

O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), deputado Alexandre Curi (PSD), anunciou que a Casa enviará um ofício à ANTT, ao TCU e ao Ministério dos Transportes cobrando O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), deputado Alexandre Curi (PSD), anunciou que a Casa enviará um ofício à ANTT, ao TCU e ao Ministério dos Transportes cobrando explicações sobre a instalação de pedágios eletrônicos (free flow) no Estado. O sistema, que dispensa praças físicas e cobra automaticamente por meio de câmeras e sensores, está sendo implantado nas regiões Norte e Noroeste do Paraná, nos lotes 4 e 5.

O tema dominou a primeira sessão plenária de 2026 e gerou críticas de parlamentares da base e da oposição. Entre os principais pontos levantados estão a mudança na localização dos pórticos em relação às praças físicas, a possibilidade de cobrança de tarifa integral mesmo em trajetos curtos, os impactos para moradores lindeiros e o risco de demissão de trabalhadores das praças de pedágio.

Deputados também questionaram o fato de a implantação do free flow não estar prevista no Programa de Exploração da Rodovia (PER) nem nos contratos originais, apontando possível finalidade arrecadatória na realocação dos pontos de cobrança. Casos concretos em cidades do Norte do Estado foram citados como exemplos de prejuízo à população local.

O governo do Paraná afirmou ser contrário à forma como o sistema está sendo implementado e informou que o tema está em discussão com as concessionárias, embora a decisão final caiba à ANTT. Parlamentares defenderam união da Alep, realização de audiências públicas e atuação das comissões para pressionar por mudanças e proteger os interesses da população paranaense. O sistema, que dispensa praças físicas e cobra automaticamente por meio de câmeras e sensores, está sendo implantado nas regiões Norte e Noroeste do Paraná, nos lotes 4 e 5.

O tema dominou a primeira sessão plenária de 2026 e gerou críticas de parlamentares da base e da oposição. Entre os principais pontos levantados estão a mudança na localização dos pórticos em relação às praças físicas, a possibilidade de cobrança de tarifa integral mesmo em trajetos curtos, os impactos para moradores lindeiros e o risco de demissão de trabalhadores das praças de pedágio.

Deputados também questionaram o fato de a implantação do free flow não estar prevista no Programa de Exploração da Rodovia (PER) nem nos contratos originais, apontando possível finalidade arrecadatória na realocação dos pontos de cobrança. Casos concretos em cidades do Norte do Estado foram citados como exemplos de prejuízo à população local.

O governo do Paraná afirmou ser contrário à forma como o sistema está sendo implementado e informou que o tema está em discussão com as concessionárias, embora a decisão final caiba à ANTT. Parlamentares defenderam união da Alep, realização de audiências públicas e atuação das comissões para pressionar por mudanças e proteger os interesses da população paranaense.

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