Denúncia e quebra de sigilo colocam Guto Silva no centro de novo desgaste político.
O ex-secretário das Cidades do Paraná, Guto Silva, virou alvo de investigação após denúncia apontar que ele teria recebido parte de um contrato de R$ 3,8 milhões para compra de simuladores virtuais de tiro destinados à Polícia Civil em 2019.
Segundo a denúncia encaminhada ao Ministério Público do Paraná, a licitação teria sido direcionada para favorecer a empresa Empresa Brasileira de Treinamento e Simulação. A Justiça determinou a quebra do sigilo bancário da empresa para apurar movimentações financeiras ligadas ao caso.
O processo tramita sob sigilo e envolve suspeitas de pagamento de comissão de 25% do valor do contrato, além de possível uso de recursos para financiamento político. Empresas concorrentes também denunciaram suposto direcionamento no edital.
Em nota, Guto negou qualquer envolvimento, afirmou não conhecer os empresários citados e disse que a licitação foi conduzida exclusivamente pela Secretaria de Segurança Pública.
O caso surge em meio às articulações eleitorais de 2026, período em que Guto era cotado para disputar o governo estadual, mas acabou perdendo espaço dentro do grupo político do governador Ratinho Júnior.
O ex-secretário das Cidades do Paraná, Guto Silva, virou alvo de investigação após denúncia apontar que ele teria recebido parte de um contrato de R$ 3,8 milhões para compra de simuladores virtuais de tiro destinados à Polícia Civil em 2019.
Segundo a denúncia encaminhada ao Ministério Público do Paraná, a licitação teria sido direcionada para favorecer a empresa Empresa Brasileira de Treinamento e Simulação. A Justiça determinou a quebra do sigilo bancário da empresa para apurar movimentações financeiras ligadas ao caso.
O processo tramita sob sigilo e envolve suspeitas de pagamento de comissão de 25% do valor do contrato, além de possível uso de recursos para financiamento político. Empresas concorrentes também denunciaram suposto direcionamento no edital.
Em nota, Guto negou qualquer envolvimento, afirmou não conhecer os empresários citados e disse que a licitação foi conduzida exclusivamente pela Secretaria de Segurança Pública.
O caso surge em meio às articulações eleitorais de 2026, período em que Guto era cotado para disputar o governo estadual, mas acabou perdendo espaço dentro do grupo político do governador Ratinho Júnior.
O mesmo encontra-se em viagem com a família.
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